quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Isso não é um adeus


Já escrevi vários textos com o mesmo significado, mas nenhum conseguir expressar o que penso e o que sinto. Talvez porque desistir ou porque não tem sentindo de continuar com certas coisas. Acredito que possa ser essa ultima.

Desde quando tudo se tornou tão repetitivo e chato? Desde quando eu não vejo mais graça nas coisas que escrevo ou leio?

Posso ser movida a novidade, por ouro lado acabo cansando dessas coisas tão rápido quando um dia tem para começar e terminar. Ou seja, o que se torna novidade para os outros, vira antiguidade para mim.

As coisas pelas quais me identificava ou motivava a continuar, hoje já não significa nada para mim. Nada de bandas favoritas, nada de camisetas dessas bandas favoritas e nada de pôsteres colados na parede. Tudo isso já não me representa, não vejo graça nas novidades e os enterrei.

Gostaria de contar essa experiência mais detalhadamente, falar sobre meus projetos, continuar com meus textos e dizer o que ando fazendo. As idéias são muitas, mas acredito que para continuar a escrever teria que envolver uma paixão incondicional e nesse momento não deve passar por cima das minhas obrigações, deveres e as coisas que busco. As que realmente importam.

Talvez eu esteja errada ou mude de idéia ou volte amanha com alguma postagem, mas não se sabe. Ou isso pode ate acontecer, posso ate voltar amanha, porém no dia seguinte talvez não e iria se prolongar para uma semana, duas semanas, um mês, dois meses e depois eu voltaria com um texto similar a esse.

Viu como as coisas se tornaria repetitiva, chata e sem graça? Então porque devo continuar? Porque prolongar?

Faz 4 anos e 8 meses que tenho esse blog. Ainda me lembro de como comecei, o que me motivou a começar um do zero, como foi à escolha do nome e qual seria o primeiro nome. Lembro de quase todos os designers, daqueles que só mexia nas imagens ate aqueles em que comecei a mexer nos códigos. Lembro que eu ficava uma noite inteira criando alguma postagem, procurando imagens adequadas, lendo e respondendo todos os comentários. Conheci blogs maravilhosos e aprendi muito com cada um, infelizmente muitos desapareceram e outras voltaram depois algum tempo.

Tudo bem, isso não é um adeus e sim um ate logo. Não sei quando tempo vai levar, só sei que vou ter que encontrar minha vontade de escrever.

E antes que eu me esqueça, não vou fechar o blog. Ele continuara aberto, talvez eu use a pagina do blog ou não, mas caso isso não aconteça deixarei meu perfil aqui (mandem uma mensagem, porque ele é bloqueado).

E por fim... Nos vemos por ai.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Um dia qualquer


Olá, tudo bem com vocês?

Não sei vocês, mas finais de semanas costumo ficar em casa e descansando. Arrumo minhas coisas, vejo filmes ou series, cuido do blog (é claro) e ate comecei um projeto novo que espero que de certo. Tudo bem que não é sempre que suporto ficar em casa nos fins de semana, mas quando não se tem dinheiro ficar em casa é o único jeito.

Mas ontem foi diferente, peguei algumas economias e fui andar por ai. E o dia estava lindo com sol e céu azul, mas sem aquele calor insuportável. Fui olhar as coisas no shopping sem entrar em quase nenhuma loja, notei que estava tendo uma exposição sobre Dumont e aproveitei para tirar algumas fotos das coisas por ai.









Espero que tenham gostado.
E ai, o que vocês costumam fazer nos finais de semanas???


quinta-feira, 16 de julho de 2015

Pipoca com Jeremy Irvine


Quem segue sites que falam sobre livros ou sobre adaptações desses para filmes, com certeza já deve ter ouvido ou visto alguma coisa dele por ai. Mas se você não sabe do que estou falando, calma que vou explicar.

Esse moço será responsável por da vida ao Daniel Grigori, personagem da série de livros Fallen de Lauren Kate que ate já fiz resenha. No começo, confesso que o achei mais com cara de Cameron Briel do que de Daniel, mas depois da divulgação do Cam consegui me adaptar.

Ficaria aqui falando sobre o elenco do filme, mas isso é assunto para outra postagem. Quando resolverem lançar o trailer, quem sabe.

Consegui ver o potencial desse garoto ao assistir três de seus filmes e não precisei procurar muito, já estava ali na prateleira da loja e do filme do cinema que eu não sabia qual era o elenco direito.

Vamos ao que interessa:

Agora e para sempre

Tessa (Dakota Fanning), diagnosticada com uma doença terminal, decide fazer bom uso de cada momento fazendo uma lista e assim passa a viver o mais intensamente possível. No entanto, ela acaba se apaixonado por Adam (Jeremy Irvine) e isso não estava na sua lista.

Não tenho o que falar do filme, na verdade, peguei para assistir justamente quando ninguém conseguia falar de outra coisa (A culpa é das estrelas e eu não assistir), ou seja, para mim ficou uma coisa muito repetitiva. Porém o filme não deixa de ser bom por causa disso.



A mulher de preto 2 - Anjo da Morte

Pode dizer que a continuação se passa 40 anos após os eventos do primeiro filme e durante a 2° Guerra Mundial. Onde a professora Eve (Phoene Fox) e a diretora Jean (Helen McCrory) levam um grupo de criança para longe, exatamente no casarão onde mora o fantasma. No local, a mulher de preto acaba gostando de um garotinho especial, Edward, que não fala nada desde que perdeu seus pais. Assim se inicia uma serie de acontecimentos onde Eve tenta proteger o garoto e as demais crianças.

Confesso que achei o primeiro bem melhor que esse, ou seja, se você espera levar alguns sustos é melhor escolher outro filme.
Jeremy aparece bem pouco e mais no final. O personagem dele é Harry um soldado que cuida de uma base aérea que fingi sofrer vários ataques. Ele ajuda bastante a Eve do meio para final, principalmente com o garotinho.



Cavalo de Guerra

Esqueçam as outras duas indicações, porque o destaque esta nesse e não é só pelo o potencial do ator, mas também pela linda história.

O filme começa com uma fiel amizade entre Albert (Jeremy) e seu cavalo, Joey. Infelizmente, em tempo de guerra, os dois são obrigados a se separarem, mas Albert sempre mantendo a esperança de reencontrar o amigo. Assim, o filme vai mostrando a jornada de Joey nesse cenário de guerra e de seu dono, principalmente quando o mesmo tem idade suficiente para se tornar soldado.

Existem vários momentos emocionantes do filme e a minha vontade era de dizer todos, infelizmente se eu fizer isso vai acabar perdendo a graça.
Alem de ter sido considerado um sucesso de bilheteria, essa foi à estréia de Jeremy nas telas.


Notei nesses três filmes é que Jeremy se entrega ao personagem, tornando ''invisível'' a presença tanto do personagem quando o ator. Posso ate esta falando besteira ou pode ser minha paixonite por ele, mas nunca vi em outros atores o que vejo nele (certeza que é paixonite).
Se as palavras de Spielberg forem verdadeira ''ninguém tinha o coração, o espírito ou as habilidades de comunicação que o Jeremy tinha'' (referencia a Cavalo de Guerra e desconte, pois tirei do wiki).

E ai? Gostaram? Já assistiram esses ou outros que Jeremy participou?


quinta-feira, 9 de julho de 2015

Mudando de Rota


Eu sempre falo aqui em alguns textos sobre não desistir das coisas, mas acabo de perceber que existe uma diferença entre o desistir porque nunca tentou e só falou e o desistir porque sabe que não é o momento certo, esse ultimo envolve vários critérios que tentarei explicar...

O sonho

A minha idéia principal é entrar para faculdade e vocês têm que ver o quanto estou lutando por isso. Desde que começou o ano ou exatamente, quando começou o meu cursinho (aqueles pré-vestibulares), disse para eu mesma que seria mais estudiosa uma coisa que nunca fui enquanto estava na escola (apenas para ficar na média). Montei horários de estudos, participei dos simulados (que ate agora não sei minhas notas), tentei fazer questões de matemática (sou de humanas) e outras coisas.

Não só o cursinho, mas conhecer pessoas com as mesmas ou nem tão as mesmas idéias que as minhas, fizeram com que eu crescesse e formasse opiniões sobre temas que jamais achava que pensaria sobre.

Conviver com pessoas que tem os mesmo sonhos que você é uma ótima maneira de compartilhar medos, sugestões, dúvidas e conselhos.


E isso faz com que você queira se esforças muito para conseguir, porém a sempre esse ''porém''...

Quando o plano B se torna mais atraente que o plano A

(nada como um pouco de humor por aqui... Kat *--*)

Estou cheia de planos, como na imagem acima, caso um não der certo o outro vai ter que dá.
Entretanto, existem alguns critérios que te fazem mudar para o plano seguinte na metade do primeiro.

A realidade

Já dizendo por ai: Não se dá para viver de sonhos, meus filhos.

A realidade é dura e machuca não só por causa dos baldes d’ água, mas também pelas circunstâncias que nos leva a mudarmos nossas rotas.

Se nossos obstáculos forem um pouco maiores que nossos sonhos, não seria melhor repensar sobre o que queremos? Não é desistir, mas é chato quando os obstáculos envolvem outras pessoas, pensar só no que queremos e jogar o resto para os outros não seria um pouco egoísta?

Familia

Familia é que nós da maior apoio e conselhos pode haver discórdias, mas são nesses momentos que eles querem que nos vejamos que estão fazendo para o nosso bem.
Pode ser que eles não digam nada e querem que continuemos, mas é difícil quando vemos a situação as nossas voltas.

O que realmente gostaria de fazer era jogar tudo para alto e me mudar para mais próximo do local que gostaria de cursar a faculdade. E mesmo com o apoio, dessa vez por causa da distância entre a casa e a faculdade, o plano B não é tão ruim assim.
Eu ainda estarei fazendo algo que gosto e mais ''próximo'' de casa, mas nesse momento as circunstâncias estão me fazendo mudar de rota. Entretanto, não sei o que acontece a manhã.


quarta-feira, 24 de junho de 2015

E quando seus esforços não são suficientes...



Estava nervosa, porém pronta para tudo isso. Após vários currículos deixados por ai e poucas entrevista, finalmente conseguir um emprego. Não era algo grande, era só uma daquelas lojas de roupas no shopping (loja bem conhecida, mas prefiro não dizer nome).

Havia mais duas pessoas começando naquele mesmo dia, ou seja, eu poderia não está tão nervosa assim, mas com certeza eles já tinham uma carga de experiência ao contrario de mim. Tudo bem, sem desespero, pois nesse momento vocês estão no mesmo nível.

Após a ‘‘reunião’’ com a equipe do segundo turno onde houve a apresentação dos novatos, o desempenho da loja no dia anterior e a meta para aquele dia, fui encaminhada para o meu setor: provador feminino. Eu não podia reclamar, estava ali para ganhar experiência, mas nunca achei que passaria quase toda a experiência no mesmo setor e que alguém pudesse tirar alguma conclusão só disso.

Alguns podem esta se perguntando ‘‘porque você não disse que gostaria de conhecer outros setores?’’, eu disse e obtive a resposta: ‘‘não, você vai ficar lá mais um pouco’’. No começo eu fiquei péssima, como eu mostraria para eles o meu melhor sendo que só ficava no provador? Mesmo assim, continuei fazendo o meu melhor a atendendo os clientes da melhor forma possível.

Ficar no provador até que teve os seus momentos bons, é um local que entra pessoas (no caso mulheres, já que eu estava no provador feminino) de todos os estilos. Desde daquelas que sabe de moda a aquelas que não sabem tanto assim e aquelas que te pendem opinião mesmo sabendo as respostas. O que é bom, pois você acaba avaliando até o seu próprio estilo e ganha um pouco de conhecimento nessa área.

Os únicos momentos ruins que tive no provado, só era pela falta de consciência dos clientes. Aquelas pessoas que pegam varias peças e acaba levando nenhuma ou resolve experimentar justamente quando a loja esta praticamente fechando. Isso é muito chato, porque não é só a pessoa do provador que vai tem que esperar a pessoa sair do provador, os funcionários dos caixas, os que ficam na área e até mesmo os seguranças que ficam na porta da loja.

E ate teve alguns momentos engraçados. Como em um dia em que uma mãe entrou para experimentar uma calça na sua filha de 4 ou 5 anos de idade, o acontecido foi quando essa mãe levou sua filha ate o marido, que estava na porta, para olhar a menininha vestida com a calça. Foi então que a mãe disse: ‘‘olha, até que ficou bom, mas acho que vai ter que cortar os pés‘‘, sei que ela estava falando sobre a barra da calça, mas a criança não entendeu e disse ‘‘mamãe, eu não quero cortar meus pés’’.

Morri de amores pela inocência dessa criança, entretanto logo tive dó dela até porque esse seria um acontecimento que a mãe dela jamais esqueceria, muito menos eu.

As coisas só começam a mudar quando finalmente sair do provador feminino e fui para o setor masculino. Onde fiquei na área, tive mais contato com as pessoas e as ajudei também, mas parece que não notaram muito meus esforços...

Continuo em um próximo post.